Terça-feira, 30 de Maio de 2006

Um amor inacabado...

Entraste na minha vida sem pedir licença e sem me avisares e mexeste em sentimentos que já estavam adormecidos à muito e que não tencionava acordar.

Mas não mandamos no nosso coração e desde que te vi naquela estação de metro não mais consegui esquecer o teu rosto e o som rouco da tua voz que mesmo tanto tempo depois continuava igual aos tempos que me segredavas ao ouvido.

Vivemos uma linda história de amor que acabou por infantilidades de adolescente e dela apenas guardei as boas recordações dos momentos que partilhamos unidos pelo nosso amor inconsequente.

Este nosso encontro veio relembrar todos esses momentos em que corríamos na praia ao sabor do vento e depois deixávamos nossos corpos exaustos cair inertes sobre a areia húmida.

Aquele café que combinamos para por a conversa em dia pode ser o ponto de partida para o recomeço da nossa historia inacabada ou então o ponto final da mesma...entre nós muita coisa ficou por dizer e muitos sentimentos ficaram por viver e senti tal como tu que ainda resta alguma coisa daquilo que sentíamos .

Sinto que depois desse encontro nada voltará a ser como foi um dia...e talvez desta vez consigamos apaziguar os nossos sentimentos.

publicado por Sónia de Oliveira às 13:16
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7 comentários:
De Sónia de Oliveira a 30 de Maio de 2006 às 13:55
Antes que este post levante uma enorme dúvida sobre quem é o rapaz que encontrei no metro...ou outro tipo de dúvidas...quero esclarecer esta situação dizendo que este texto é pura ficção e que não existe nenhum rapaz de voz rouca pelo qual tenha tido um amor inconsequente. Por isso não precisam de bombardear-me com as vossas perguntas quando lerem o post porque tudo não passa de um história ficcionada sem qualquer fundo de verdade.
Beijinho grande a todos
De Rita Sampaio a 30 de Maio de 2006 às 14:55
E a pensar que a minha miga Sónia tinha encontrado um amor antigo mas afinal é apenas uma história...confesso que fiquei um bocadinho desiludida mas já me refiz desta desilusão...beijo
De Daniel Sousa a 30 de Maio de 2006 às 15:20
Sei que não me conhece nem eu a conheço a si mas acho que a através das suas palavras fui conhecendo um pouco de si e ficaria algo triste se encontrasse um novo amor...apenas pelo facto de talvez não actualizar tantas vezes o seu blog e eu deixava de ter o prazer de ler as coisas que escreve...Não quero com isto dizer que quero que seja infeliz, muito pelo contrário mas desejo que quando encontrar esse amor continue a escrever neste seu pequeno espaço...Desculpe se fui inconveniente
De Ana Rita Silva a 30 de Maio de 2006 às 15:27
É uma pequena história que reflecte o que acontece muitas vezes e gera sempre essas dúvidas que expuseste no teu texto...mas o importante se nos acontecer uma coisa destas é sabermos realmente o que sentimos e não nos agarrarmos ao que já sentimos...gostei do post , mas já tens publicado posts melhores e mais inspirados...vais ver que aos poucos a tua inspiração volta...beijocas desta tua colega e amiga.
De Pedro Cardoso a 30 de Maio de 2006 às 15:37
Sabes que deixaste todos os teus amigos e curiosos??? Isso não se faz... Eu achei um bocado estranho o post por vários motivos mas o principal deles é que nunca publicarias este post se o que lá está relatado fosse verdade...és demasiadamente discreta para expores a tua vida desta maneira... Pelo menos tiveste o bom senso der explicar que o texto é ficção, mas se alguém só ler o post e não os comentários vão ficar com a ideia que é verdade o que está escrito. Tu também te importas pouco com aquilo que os outros pensam...mas para próxima toma mais cuidado... Mas valeu pela estratégica de marketing...mal se lê o titulo ficamos imediatamente agarrados ao texto... Beijão
De eduarda cardoso a 1 de Junho de 2006 às 11:19
continuas a escrever bem como sempre, quer seja uma história, quer seja a mais pura das realidades. essa tua falta de inspiração é uma crise típica desta época primaveril... o sol aquece-nos o cérebro e lá se vão derretendo os nossos pensamentos sabes qual a lição que se pode tirar deste texto? não deixar ficar uma conversa ou uma acção a meio; levar as coisas até ao fim e esperar o que vai acontecer. assim, temos a certeza que tentámos e que não foi por falta de persistência que o objectivo não foi alcançado. beijinhos e boa inspiração!!
De Sónia de Oliveira a 1 de Junho de 2006 às 14:28
Obrigada amiga por ter teres tirado uma conclusão do meu texto diferente dos outros meus amigos que já estavam a fazer grandes filmes por causa do inexistente rapaz do metro... E tenho a impressão que a minha inspiração já voltou. Beijinho grande

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