Segunda-feira, 29 de Janeiro de 2007

Dor

Cala-te!
Já não suporto ouvir a tua voz dizendo todas aquelas coisas que eu sei que são mentira.
Tu pensas apenas em ti e não te importas que possas ferir alguém , as ilusões que tentas criar apenas para ti são criadas agora.
Cala-te!
Desaparece da minha vista por uns tempos, desaparece até eu conseguir dizer que te perdoo tudo o que tens feito.
Não, não fales mais. Não percebeste ainda por minhas palavras que as coisas agora são diferentes, eu não acredito quando falas, quando dizes todas aquelas coisas que eu gostava que fosse verdade, mas não são.
Deixa-me, deixa-me ficar sozinha. Quero ouvir por entre o silêncio o grito da minha revolta, deixa-me ficar em silencio longe de tuas mentiras.
Cala-te!
Pára de olhar para mim como se eu é que te tivesse a ferir, o caminho foste tu que escolheste, quando eu te disse o que sentia tu preferiste a mentira pois então aqui a tens, a mentira que criaste é a própria mentira em que agora vives.

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publicado por Sónia de Oliveira às 10:51
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4 comentários:
De Rita Sampaio a 29 de Janeiro de 2007 às 11:21
Escreveste um post tão bonito e ao mesmo tempo tão sofrido...como é possivel encontrar beleza na tristeza profunda deste texto???
Gosto da sensibilidade que colocas em todos os teus textos e poemas, gosto dos sentimentos que me fazes ter, gosto de te ler assim, de ler um pouco da tua alma...

De eduarda cardoso a 29 de Janeiro de 2007 às 17:27
este teu texto parece o espelho do que eu já passei com alguém de quem gostei muito... às vezes, o que falta, é encontrar o caminho de saída de tanto sofrimento..
o importante é que continuas a escrever com essa tua originalidade.
um beijo
De Daniel Sousa a 31 de Janeiro de 2007 às 12:02
Já não vinha ao seu blog há muito tempo e devo dizer-lhe que continua a escrever muito bem.
Nota-se que mais do que talento, escreve com a alma e isso transforma todas as suas palavras em textos e poesia perfeitos.
Parabéns!!!
De Pedro Cardoso a 31 de Janeiro de 2007 às 12:06
Polgarzinha:
Já te pedi tantas vezes para não escreveres coisas tristes...prefiro ler as coisas alegres que escreves, mas de qualquer forma é bem verdade aquilo que escreveste.

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